A Prefeitura de Feira de Santana emitiu, nesta quarta-feira (1º), uma nota oficial em resposta à operação Falsacoop, deflagrada pela Polícia Federal (PF) com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU). A ação investiga supostos ilícitos relacionados à contratação de uma cooperativa pelo município, destinada à prestação de serviços de locação de mão de obra para unidades de assistência social. Segundo a PF, os contratos em questão foram encerrados em 2021, antes do início da atual gestão municipal.
Em comunicado, a Procuradoria Geral do Município esclareceu que a Prefeitura não foi notificada oficialmente nem alvo de buscas ou apreensões durante a operação. “A apuração se refere a uma contratação finalizada em 2021, sem qualquer relação com a gestão iniciada em janeiro de 2025”, afirmou a nota. A administração municipal reforçou seu compromisso com a transparência e a integridade, declarando-se à disposição para colaborar com as investigações.
A operação Falsacoop, segundo informações divulgadas pela PF, busca esclarecer possíveis irregularidades na execução de contratos de prestação de serviços. A CGU, que participa da ação, tem o papel de avaliar a correta aplicação de recursos públicos, garantindo maior fiscalização e controle. Até o momento, detalhes adicionais sobre as investigações não foram divulgados, mas a operação reforça a importância de mecanismos de compliance e auditoria no setor público.
A Prefeitura de Feira de Santana destacou que mantém como prioridade a gestão responsável dos recursos públicos e a cooperação com as autoridades. A operação, embora voltada para contratos de gestões passadas, reacende o debate sobre a necessidade de rigor na fiscalização de parcerias entre o poder público e entidades privadas.








